DESIGNLAB

Design, Tipografia e Multimédia.

Archive for February, 2012

Boas práticas para a edição de Blogs

Pormenor da estratégia editorial de publicação (in Tidwell, 2009: 416)

Este texto resume um conjunto de boas práticas para a redação de Blogs. Surge em resposta ao desafio do Prof. Hélder Caixinha, no âmbito das aulas de  Projeto, e em resposta às necessidades de outras disciplinas como Multimédia Editorial, onde parte do trabalho dos alunos passa por criar um blog de documentação de desenvolvimento e de acompanhamento dos projetos.

Por uma questão de conveniência, este resumo está organizado nos seguintes temas:

Deve ser usado como um manual de linhas orientadoras para a redação e manutenção de um Blog. Não como um manual de regras obrigatórias.

Cada autor deve refletir sobre estes princípios e adapta-los da melhor forma ao seu Blog.

Uma vez que se trata de um resumo, os assuntos podem ser consultados de forma mais completa e ilustrada nas referências fornecidas. Conhecem outras , ou melhores referências? Deixem-me um comentário.

Conteúdo

Anatomia de um Blog (About.com)

O conteúdo refere-se às entradas cronológicas (“posts”), páginas de informação estática, ou pequenas secções (como as “sidebars” do Blog).

As entradas devem fornecer o contexto necessário de forma curta. Devem filtrar a informação desnecessária e oferecer hiperligações para informação adicional (fontes originais, textos longos, outras entradas, sites, ou blogs com informação adicional).

Devem procurar uma redação correta, sem erros, com princípio, meio e fim.

Agrupar a informação semelhante em pequenos segmentos, grupos, ou unidades, com uma ou duas ideias por cada.

As entradas, ou secções, devem possuir títulos significativos, uma breve descrição (se possível), data (de redação e de atualização), autor(es), e estar categorizadas com etiquetas e categorias significativas.

Se o texto for longo, podem escrever um resumo prévio, ou dividir em múltiplas entradas.

As entradas mais antigas devem ser atualizadas, editando-as, comentando-as, ou ligando-as às entradas mais recentes, ou a outras fontes de informação (internas, ou externas).

Estrutura

Exemplo de um Feedreader (NetNewsWire)

A estrutura refere-se ao tipo de informação, a sua marcação, as suas funções e o uso pretendido (interação) no Blog.

Devem usar estilos (HTML) “standard” para hierarquizar a o texto (H1, H2, Parágrafo, etc.). Bem como estruturas formais de texto tradicional (itálicos para destacar, listas de balas, numeradas, etc.).

A formatação visual (tamanho, cor, etc) deve ficar a cargo do tema/CSS do Blog, ou do Feedreader do utilizador final.

Deve-se fornecer uma opção de pesquisa dentro do próprio Blog.

As hiperligações para os conteúdos devem ser simples, evitando alterações, ou ligações quebradas. Tentar fornecer as hiperligações por extenso, sempre que possível.

Verificar como os conteúdos estão a ser indexados nos motores de busca e corrigir a meta-informação de acordo.

Ritmo e edição

Exemplo de painel de objetivos editoriais (WordPress.com)

Um autor de um blog é um como um editor tradicional. Deve possuir uma agenda de edição e uma estratégia de publicação.

Deve-se optar por um mínimo de um entrada semanal, e um máximo de uma entrada diária. Publicar de forma regular, agendando as entradas, ou criando uma agenda de entradas temáticas, se possível.

Evitar o “overshare”.

Agilizar o ritmo e interligação das entradas do Blog com outros meios de publicação e partilha social como o Twitter, ou o Facebook, como formas complementares de publicação e atualização de conteúdos mais curtos e imediatos. Ou de conteúdos de outra natureza, como os canais de Vídeo, ou Podcasts.

Design e ilustração

Seleção de temas visuais (WordPress.com)

O Blog deve ter um tema visual apelativo, relacionado com o conteúdo do Blog, sem perder de vista a funcionalidade (design funcional, ou minimalista).

Sempre que possível, devem ilustrar as entradas com imagens, vídeos, ou outro elemento multimédia, mantendo a dimensão (Kb) da página baixa.

Créditos e hiperligações

Exemplo de licenciamento disponível (Creative Commons)

Todos os materiais utilizados (textos, imagens, vídeos, etc) devem ser identificados com legendas, referências no texto e creditados corretamente.

O Blog deve conter a informação de “copyright” sobre o conteúdo próprio.

A privacidade dos autores deve ser protegida, mas ao mesmo tempo fornecer o máximo de informação sobre o Blog, sobre os autores, ou sobre o conteúdo, de forma a obter credibilidade (tipicamente, na página “About”).

Deve-se fornecer uma forma de contacto (direto) com o(s) autor(es).

Deve-se fornecer formas de ligação social (“feeds”, subscrições por email, etc.) de forma a que seja fácil os leitores tornarem-se “seguidores”.

Aproveitar a natureza de rede da Web para embutir conteúdo no Blog, ou estabelecer hiperligações nos conteúdos utilizados, abreviando as entradas e fornecendo informação em profundidade.

Estabelecer um Blogroll que vos ajuda a identificar e a serem identificados pelos vossos pares.

Feedback e estatísticas

Exemplo de estatísticas fornecidas pelo WordPress.com

Os Blogs possuem vários mecanismos de validação social visível e invisível para os leitores. Enquanto autores, estes mecanismos são fundamentais para entender e fomentar a leitura do Blog.

Mecanismos de validação e partilha social

Encorajar a dinamização e participação no Blog (de amigos, colegas, docentes, orientadores, etc.), através da disponibilização e manutenção dos comentários, formas de avaliação (votação, “ratings”, “likes”, etc.) e de mecanismos de partilha social online.

Dispor de uma medição estatística que permita recolher dados sobre os utilizadores, sobre o conteúdo consultado e sobre a navegação. Melhorar o Blog com esta informação.

Referências

Referências adicionais "obrigatórias"

BARBOSA, E.; GRANADO, A. – Weblogs: Diário de bordo. Porto: Porto Editora, 2004.  ISBN 972-0-45252-8.

BLOOD, R. – The Weblog Handbook: Pratical advice on creating and maintaining your blog. Cambridge: Perseus Books, 2002.  ISBN 0-7382-0756-X.

BORDEAU, J. – Blogging For Web Designers: Editorial Calendars and Style Guides [em linha]. Smashing Magazine. [Consult. 2012-02-08]. Disponível na Internet: <URL: http://www.smashingmagazine.com/2010/08/30/the-importance-of-consistency-using-editorial-calendars-and-style-guides>.

CRUMLISH, C.; MALONE, E. – Designing Social Interfaces: Principles, Patterns, and Practices for Improving the User Experience. Sebastopol: O’Reilly Media, 2009.  ISBN 978-0596154929. Disponível na Internet: <URL: http://www.designingsocialinterfaces.com>.

FRANCO, G. – Como escrever para a Web [em linha]. S. l.: Knights Center fo Journalism, s. d. [Consult. 2012-02-08]. Disponível na Internet: <URL: http://knightcenter.utexas.edu/ebook/how-write-web>.

TIDWELL, J. – Designing Interfaces: Patterns for Effective Interaction Design. Sebastopol: O’Reilly, 2010.  ISBN 978-1-449-37970-4. Disponível na Internet: <URL: http://designinginterfaces.com>.

Exo Typeface

Exo Typeface no Google Webfonts

Só uma entrada muito rápida para dizer que a fonte Exo, do Natanael Gama (que apoiei orgulhosamente no Kickstarter), já se encontra disponível na Google Webfonts: http://www.google.com/webfonts/specimen/Exo

Vamos lá por a fonte em uso!…

Conferência e Workshop de Dave Crossland @ UA

Dave Crossland na sala das Catacumbas da UA

Demorou mais tempo do que eu queria para compilar e publicar este resumo. Mas, finalmente, aqui fica o resultado da Conferência e do Workshop que o Dave Crossland realizou no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro, no passado dia 9 de Janeiro de 2012.

Uma vez que o tempo é cada vez mais curto para as tarefas em mãos, decidi publicar estas notas sem grande edição, nem tratamento do texto original – resultado de algumas notas telegráficas tiradas durante a sessão.

Registo vídeo da conferência @ Vimeo

De momento, já publiquei um apanhado fotográfico das sessões no Picasa. E estou a editar o registo de vídeo, que consiste apenas num geral plano simples intervalado por algumas imagens da apresentação do Dave.

Se alguém tiver comentários, informação, fotografias, ou sugestões adicionais, terei todo gosto em incorpora-las e atualizar este post gradualmente. O que me faz mais falta ultimamente é tempo para fazer as coisas com calma, por isso toda ajuda é bem-vinda!…

Separador do vídeo da conferência

A conferência iniciou com alguns minutos de atraso, resultado de alguns percalços com o suporte visual. No início ainda contei 36 pessoas, mas ao longo da conferência foram chegando mais algumas… Apresentei o Dave da seguinte forma:

Formado em Information Design na Universidade de Ravensbourne em Londres, 2006.

Ligou-se desde cedo ao movimento do Software Livre / Código Aberto com especial interesse na sua aplicação ao Design Gráfico e à Tipografia.

Depois de concluir a sua dissertação de Mestrado em Tipografia na Universidade de Reading em 2009, o seu projeto – o tipo de letra Cantarell – foi incluído como o tipo de letra predefinido na interface gráfica GNOME (um ambiente gráfico utilizado pela maior parte dos sistemas operativos GNU+Linux, como o Ubuntu).

Atualmente, em 2012, integra o departamento de Web Fonts [do gigante da pesquisa online], onde desenvolve um árduo trabalho de consultoria, coordenação e angariação de novos designers e fontes [como ele próprio diz – ele liberta fontes].

Paralelamente, como parte do seu trabalho na Understanding Fonts, realiza workshops de desenho de tipos de letra por todo o mundo, com principal ênfase no uso de software livre como o Fontforge.

Depois acrescentei uma nota pessoal da forma como o conheci, forma como tenho vindo a conhecer muita gente nos últimos tempos – atrás do monitor, online:

Tive o prazer de conhecer o Dave através do email em 2006. Na altura, estava a desenvolver o Typeforge, e o Dave geria o projeto OpenFontLibrary (OFLb). Estes projetos embrionários, juntamente com as iniciativas de Victor Gaultney na SIL, Ellen Lupton (Free Fonts Manifesto) entre muitos outras, contribuíram para o atual estado das fontes de acesso livre online.

Depois de o conhecer pessoalmente, o Dave correspondeu e ainda corresponde às expectativas iniciais – um designer profissional, descontraído, simpático e muito acessível.

Alguns dos alunos na assistência

Por fim, os agradecimentos “da praxe”, mas que tenho a obrigação e o prazer de os repetir aqui – em nome do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro, do CETAC.MEDIA e em nome pessoal, quero agradecer a disponibilidade do Dave e a presença de todos os alunos, colegas e amigos que ajudaram a receber o Dave e a encher a sala da conferência.

Dave Crossland durante a conferência

O Dave iniciou a conferência com a distinção entre os conceitos “Free” e “Libre” em inglês, versus a facilidade e objetividade dos significados de “Grátis” e “Livre” em português. Fez uma paragem obrigatória no Richard Stallman e a origem do movimento do Software Livre / Open Source no início da década de 1980 – GNU.

Libre Fonts: When are things that get broken get fixed?

Reforçou as vantagens do modelo do software livre em relação ao software proprietário (fechado) através da metáfora de um carro. Num carro mecânico conseguimos “mexer”, ao contrário dos novos carros completamente eletrónicos em que ficamos dependentes de uma garagem especializada para a sua manutenção.

Pormenor da revista do Libre Graphics Meeting

Seguindo esta linha de pensamento apresentou as revistas do Libre Graphics Meeting, paginadas inteiramente com fontes e software livre. A equipa de designers que a pagina conta com a colaboração e dedicação da Ana Carvalho e do Ricardo Lafuente, designers e hacktivistas (no bom sentido da palavra). Já as conhecia a partir do PDF, mas, assim ao vivo, são ainda mais impressionantes.

Resultados da edição de 2009 do mestrado de Typeface Design @ Reading

Crossland relembrou a origem do seu contacto com o mundo do software livre durante o mestrado em Reading (2009). Aí utilizou exclusivamente o Fontforge para desenhar e desenvolver a Cantarell, o seu projeto final.

Pormenor dos desenhos da Typeforge Gothic numa versão do Fontforge a correr em Fedora Linux, ~2004

Parece incrível, mas este software com mais de 10 anos – originalmente denominado Pfa, teve a sua origem em 2001 – é obra de um autor apenas, o George Williams. Em tom de nota de rodapé, convido quem tiver curiosidade sobre o desenvolvimento de software de produção de fontes a visualizar o levantamento que tenho vindo a fazer destas ferramentas. Vejam aqui: http://www.typeforge.net/blog/2011/11/24/font-formats-timeline/.

Voltando à conferência, Crossland referiu que, por um lado a autoria singular deste software é um aspeto positivo, pois o George manteve-se extremamente dedicado ao seu desenvolvimento. Mas, por outro lado, referiu que este software vai ser descontinuado… Isto é, o Williams vai parar de o desenvolver apesar do código fonte continuar aberto e disponível. Mas parece não haver grande sucessão para já… fico com algum receio do abandono do desenvolvimento do Fontforge, pois desde finais de 2004 que o tenho vindo a usar com alguma regularidade e crescente sucesso!…

Voltando à explicação da lógica do mercado atual, Dave referiu que a indústria está a “comandar” o que acontece no desenvolvimento de fontes. No entanto, a personalização, ou utilizando um termo de entrada recente nos dicionários, a customização de fontes, embora cara, pode ser uma forma de fazer lucro. Veja-se só o contrato (que imagino ter sido milionário) que é colocar uma fonte como a Thesis ao serviço da identidade de todo o Governo Português. Isto abre novas oportunidade para os Type Designers. A “exclusividade” pode ser negociada com mais do que um cliente de forma a obter preços mais baixos para os clientes e um rendimento maior do esforço para o designer. Este é um modelo há muito em uso por empresas de desenvolvimento de software como a gigante Red Hat (Linux)

Após o mestrado em Reading, várias coisas aconteceram. Uma delas foi o aparecimento das Web Fonts que mudaram o Web Design no último ano!

You can imagine having a magazine all done in Times new Roman… not very good, right? That’s what the web has been like for everyone…

E é assim que Crossland foi integrar a “pequena” equipa Google Webfonts. Explicou a sua tentativa de resolução do dilema ético da licença de  distribuição de fontes – Apache versus SIL OFL – e a forma como esta se insere numa lógica de Copyleft.

Por fim antecipou algumas dúvidas fazendo uma breve menção que, para quem quiser começar a desenvolver fontes (usando apenas software livre), pode recorrer ao workflow Inkscape + Fontforge + Spiro que descreve no site dele.

Separador do vídeo do workshop

Durante o Workshop, já na parte da tarde, estiveram presentes 48 participantes (entre os quais alunos, professores e amigos). O workshop desenvolveu-se em 4 rondas intervaladas por breves sessões de comentários em grupo.

Pormenor de desenho dos primeiros carateres

Reconheci muito do método de Noordzij na abordagem de Crossland para o desenho inicial de apenas dois carateres – as letras minúsculas “n” e “o”. Pediu a todos que as desenhassem com um corpo de cerca de 10 cm numa folha A4.

Utilizou um método que me surpreendeu pela rapidez com que colocou toda a gente a desenhar as primeiras letras. Sem grande explicação, todos começaram a desenhar para depois, ao comparar os primeiros resultados, explicar um pouco melhor o que se pretendia (apontando os bons e os maus exemplos) e pedir uma segunda versão melhorada na própria folha. Fazer primeiro, pensar depois – esta foi a abordagem que dominou todas as rondas.

Pormenor dos comentarios

Para a segunda ronda, pediu os carateres “n” e “o” que já tinham sido desenhados, mas desta vez melhorados. No entanto, deviam juntar os carateres “a”, “e” e “s”. Uma vez que todos já sabiam mais ou menos qual a dimensão e a técnica a utilizar para o desenho, pediu particular atenção à regularidade, contraste e modulação das formas das letras – dos seus traços básicos.

Mais uma vez, não forneceu grande explicação sobre o que pretendia. Imagino que, com tão pouco tempo, Crossland prefira o método de aprendizagem através da prática. A verdade é que me pareceu funcionar bem. No entanto, alguns dos alunos que lá estavam devem ter reconhecido este exercício dos workshops que fiz com eles nas aulas da Prof. Olinda e do Prof. Álvaro (em 2009, em 2010, e em 2011). Crossland estava lentamente a preparar os participantes para as duas últimas rondas do workshop.

Pormenor de carateres

Após colocar todos os desenhos num local comum, para iniciar uma terceira nova ronda, Crossland pediu a todos que escolhessem um desenho que não fosse o seu, e que o tentassem redesenhar tentando perceber quais as intenções originais do seu autor. Tentar identificar que parâmetros tipográficos tinham sido definidos. Ou, nas palavras de Crossland, quais as regras internas definidas para as formas das letras “n”, “o”, “a”, “e” e “s”. Foi uma forma muito prática de fazer com que eles tomassem consciência da quantidade e variedade de parâmetros que podem estar presentes no desenho de carateres (em breve vou poder divulgar o poster que apresentei com a Catarina S. no ENT2011 onde também se podem identificar todas as medidas, formas, traços, pormenores, propriedades e terminais tipográficos) .

Pormenor de alguns carateres

Por fim, e tenho que admitir que foi inesperado para mim, na última ronda do workshop, Crossland pediu para desenharem os carateres “n”, “o”, “a”, “e”, “s”, “k”, “g” e “w”. Esta é uma palavra de controlo que nunca vi ser usada. A verdade é que, de uma forma ou de outra, acaba por conter quase todos os atributos da anatomia do tipo de letra a desenhar.

Comentários e avaliação do resultado final

Reforçando os conceitos que já tinha vindo a pedir (como o contraste e a regularidade), Crossland projetou as “máximas” do design de tipos:

  • Contraste;
  • Repetição;
  • Alinhamento;
  • Proporção
    (se fosse proximidade eram os princípios do Williams…).

Referiu que, se tentarmos observar estas simples regras, podemos alcançar o efeito de “fence post”. Um resultado desejável quando se planeia e desenha um tipo para ser utilizado em texto (já tinha mencionado isto no Typeforge, embora o termo “fence post” seja uma metáfora mais apropriada).

O Workhop deixou-nos a todos com vontade de fazer mais. É claro que a partir daqui, era necessário pelo menos mais alguns dias para desenvolver o resto do(s) workshop(s) para implementar desenho vetorial, para espaçar, para construir as tabelas necessárias e testar a fonte completa…

Para já, foi bom… Vamos trabalhar para criar mais oportunidades no futuro!

Nota Final: A pedido do Dave, este post, as fotografias e o vídeo da conferência e do workshop encontram-se sob uma licença Creative Commons Attribution-ShareAlike 3.0

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