DESIGNLAB

Design, Tipografia e Multimédia.

Archive for Software

Collaborative Type Workshop com Julien Priez (Fontyou)

The Agile Manifesto (in Ratcliffe, & McNeill, 2012)

The Agile Manifesto (in Ratcliffe, & McNeill, 2012*. Retirado de: http://agilemanifesto.org/)

É já daqui a dois dias, na próxima quarta-feira dia 26, que vou estar no IPCA (no âmbito do 5º Encontro de Tipografia), com o Julien Priez da Fontyou a ministrar um Workshop sobre desenvolvimento ágil de Type Design:

Desenhar e implementar fontes completas é um trabalho intensivo. Por um lado, encontrar um estilo para os caracteres de base, que responda a uma necessidade específica é, em si, um desafio criativo. Por outro lado, a tarefa de implementar o conjunto completo de caracteres Open Type é uma tarefa mecânica exaustiva. [Para acelerar este processo e reduzir a taxa de esforço envolvida na sincronização de todos os membros das equipas podemos recorrer a metodologias de Desenvolvimento Ágil, cada vez mais comuns no Design de Software].

A abordagem de Desenvolvimento Ágil consiste num conjunto de técnicas, tendo em vista o desenvolvimento de soluções em equipa. Resulta da colaboração, crítica e desenho de respostas rápidas pelos designers. [Na prática, envolve todos os participantes e stakeholders no processo de criação tendo em vista um resultado mais informado, completo e responsável. É um processo muito intenso e rápido assente na resolução de problemas concretos em sprints de trabalho].

O Julien Priez (Fontyou) e o Pedro Amado (Universidade de Aveiro) vão aplicar o Método do Design Studio para demonstrar como a co-criação pode acelerar o processo de desenvolvimento de ideias e fomentar a implementação rápida de conjuntos de caracteres em equipa.

http://web.ipca.pt/5et/collaborative-type.html

Estou neste momento a terminar de preparar os pormenores do workshop com o Julien Priez. Embora não conheça pessoalmente o Julien, no passado, já tive oportunidade de conhecer um par de colegas dele da Fontyou: a Valentine e Alisa Nowak, bem como o Nicolas Boudriot na última ATypI de Amesterdão. Posso atestar que eles são uma das jovens empresas que devemos manter debaixo de olho, porque têm produzido muito trabalho de qualidade, fora dos “centros” tradicionais.

As ferramentas e métodos que implementam para a colaboração no desenvolvimento de Type Design (não só a nível do desenho como da produção e distribuição) também são muito inovadoras—estou mesmo muito contente por esta oportunidade trabalhar com eles neste workshop (só posso agradecer à organização por isso!). Sei que esta é uma oportunidade rara e preciosa de conhecer e explorar outros métodos de trabalho.

Em relação à dinâmica durante o Workshop. Iremos então tirar partido da experiência de colaboração e de desenho que o Julien traz da Fontyou. E implementa-la numa proposta de metodologia de desenvolvimento ágil que tenho vindo a assimilar no meu método de trabalho. As influências são muitas, mas a principal influência vem (de uma mistura?) das abordagens XP e Lean:

Agile development is popular. All the cool kids are doing it: Google, Yahoo, Symantec, Microsoft, and the list goes on (…) no single technology or management technique would offer a tenfold increase in productivity, reliability, or simplicity (…) don’t recommend adopting agile development solely to increase productivity. Its benefits (…) come from working differently, not from working faster (Shore & Warden, 2008, p. 3)

As abordagens ágeis, mais concretamente as abordagens Lean, têm sido utilizadas por muitas empresas (como por exemplo a Big Spaceship, ou a Google Ventures) para envolver os próprios empreendedores na procura, definição, avaliação e escolha das soluções a implementar. Não é uma receita para obter resultados bons, ou eficazes. No entanto, é, sem sombra de dúvida uma forma diferente e muito eficaz de trabalhar em equipa e obter resultados rápidos mais compreensivos.

Your team will need time to learn agile development. While they learn—and it will take a quarter or two… (Shore & Warden, 2008, p. 3).

No entanto, o método que vamos usar é intenso. Propositadamente intenso e rápido. De forma a “forçar” a entrega e avaliação de soluções. É uma forma interessante de quebrar barreiras e gerar criatividade, mesmo com as pessoas mais inibidas. Posso dizer que, nas 6 horas que temos alocadas para as atividades, iremos fazer “suar” todos os participantes inscritos.

Isto é, não vão correr nem fazer exercício físico. Mas vão ter que trabalhar muito rapidamente. Ainda assim, muito provavelmente não iremos finalizar os sprints planeados. Mas, acima de tudo, a ideia é mostrar uma forma diferente de abordar a resolução de problemas. Garanto que, com a intensidade e rapidez com que decorre cada sprint de trabalho os participantes irão chegar ao fim do dia cansados, literalmente. Satisfeitos, mas cansados ;)

Design Studio Method, de Todd Zaki Warfel @ Vimeo

Design Studio Method, de Todd Zaki Warfel @ Vimeo (https://vimeo.com/37861987)

A ideia é utilizar uma metodologia com as suas raízes no desenvolvimento ágil. Mais concretamente, na abordagem do Design Studio Method de Todd Zaki Warfel, para o desenvolvimento e sincronização das ideias iniciais e afinação do design. Para depois, em grupo, distribuir e sincronizar tarefas e completar um character set Open Type STD  completo no final das 6 horas. Desenvolver, ou melhor, adaptar uma fonte digital da própria Fontyou em apenas 6 horas… impossível? Não me parece. Este é, no entanto, mais um “driving goal”, do que um imperativo do workshop.

Agile Sprint Diagram for the Collaborative Type workshop

Agile Sprint Diagram for the Collaborative Type workshop

Resumidamente, planeámos para Workshop 3 Sprints (S1, S2, & S3), conforme a imagem acima. O primeiro (S1) é o sprint de criação de ideias. Os participantes vão desenhar à mão, com marcadores, as suas ideias de adaptação/modificação de um tipo de letra existente.

Depois, iremos fazer uma breve introdução ao Glyphs App para o desenho de tipos de letra. O Glyphs é uma das aplicações recentes que muito tem dado que falar. Já o tenho usado e posso atestar que é realmente poderoso, especialmente no que diz respeito às ferramentas de desenho vetorial. Muito bom!

De seguida, passamos ao segundo sprint (S2). Os participantes vão passar [dos desenhos] das ideias para o software, onde faremos uma nova fase de avaliação. Sincronizamos o trabalho, preparamos a plataforma de colaboração e teremos sensivelmente 2 horas para desenvolver um character set completo. Estou muito entusiasmado para ver toda a gente em ação!

No final, geramos uma versão da fonte no Glyphs e/ou um poster no InDesign para demonstração e mostra durante a conferência (espero!).

Soube há pouco que há mais 3 participantes inscritos (o que faz um total de, pelo menos, 12 participantes inscritos), pelo serão suficientes para fazer 3, ou 4 equipas. Não sei se vamos ter toner na impressora, nem marcadores suficientes para a quantidade de desenhos que vão ser gerados—com este método, desenha-se e avalia-se uma quantidade astronómica de ideias!… espero que não! ;)
Não sei se ainda há inscrições disponíveis. Da nossa parte, acho que ainda se consegue espremer mais um ou dois participantes… por isso apressem-se a inscrever. É só até amanhã!

——

* Referências utilizadas para a sinopse e conceção do workshop (para além dos sites mencionados):

Ratcliffe, L. & McNeill, M. (2012). Agile Experience Design: A Digital Designer’s Guide to Agile, Lean, and Continuous. Berkeley: New Riders.

Shore, J. & Warden, S. (2008). The Art of Agile Development. Sebastopol, O’Reilly.

Hibbs, C.; Jewett,S.; & SullivanThe Art of Lean Software Development. Sebastopol, O’Reilly.

——

P.S.: Não se esqueçam de dar uma vista de olhos dos posts anteriores sobre o primeiro e sobre o segundo dia do programa do 5º Encontro de Tipografia. Está cada vez melhor! ;)

Links do dia: alteração de estados com CSS

Há muito tempo que não faço esta rubrica aqui, mas com as aulas a acabar, posso dar-me ao luxo de voltar a ler as mais de 50 abas que tenho abertas no Firefox e descobrir coisas absolutamente deliciosas.

Uma destas coisas é este truque conseguido apenas com um pouco de imaginação e CSS: http://jsfiddle.net/DMNSn/

Simon Madine consegue mudar o aspeto (propriedades de CSS) recorrendo apenas a hiperligações, um pouco de lógica de Box model, e ao atributo “:target”. A solução é assustadoramente simples e absolutamente deliciosa! Permite inúmeras aplicações em layouts interativos, exploratórios, jogos… Ah!… já disse que ele não usa Javascript?…

Via Creative Bloq: http://www.creativebloq.com/css3/tips-breathe-new-life-your-css-61411880

Webinar Adobe InDesign CC

Screen Shot 2013-07-07 at 7.03.48 PM

Imagem retirada do site da Adobe

Para quem quiser  investir no Design Editorial e na publicação digital, recomendo o próximo webinar gratuito da Adobe: https://www1.gotomeeting.com/register/145221617?et_mid=626755&rid=3807420

Na próxima terça-feira, 19:00

Workshops de Tipografia

Pormenor do site

Ainda a propósito do III Encontro de Tipografia, aproveito para divulgar os workshops que se vão realizar como pré-programa da conferência. São gratuitos para estudantes (que é uma coisa rara nos dias que correm – a organização está de parabéns!) e para o público em geral fica bastante acessível.

Vai ser abordado o Type Design, o resgate tipográfico urbano e a composição em chumbo. Esta é daquelas oportunidades a não perder. Aqui fica a divulgação enviada pela organização da conferência:

Realização de 3 workshops em antecedência ao Encontro versando sobre as seguintes temáticas:

Workshop 1: Creating type: an introduction to type design
Workshop 2: Photo found typo
Workshop 3: Letterpress

A participação nos workshops é gratuita para alunos das escolas artísticas/design por ordem de inscrição até ao limite máximo de vagas disponíveis.

Público geral: 20€ por inscrição até ao limite máximo de vagas disponíveis.

Para mais informações e inscrições, por favor consultem o nosso website: http://www.esmae-ipp.pt/3et

Boas práticas para a edição de Blogs

Pormenor da estratégia editorial de publicação (in Tidwell, 2009: 416)

Este texto resume um conjunto de boas práticas para a redação de Blogs. Surge em resposta ao desafio do Prof. Hélder Caixinha, no âmbito das aulas de  Projeto, e em resposta às necessidades de outras disciplinas como Multimédia Editorial, onde parte do trabalho dos alunos passa por criar um blog de documentação de desenvolvimento e de acompanhamento dos projetos.

Por uma questão de conveniência, este resumo está organizado nos seguintes temas:

Deve ser usado como um manual de linhas orientadoras para a redação e manutenção de um Blog. Não como um manual de regras obrigatórias.

Cada autor deve refletir sobre estes princípios e adapta-los da melhor forma ao seu Blog.

Uma vez que se trata de um resumo, os assuntos podem ser consultados de forma mais completa e ilustrada nas referências fornecidas. Conhecem outras , ou melhores referências? Deixem-me um comentário.

Conteúdo

Anatomia de um Blog (About.com)

O conteúdo refere-se às entradas cronológicas (“posts”), páginas de informação estática, ou pequenas secções (como as “sidebars” do Blog).

As entradas devem fornecer o contexto necessário de forma curta. Devem filtrar a informação desnecessária e oferecer hiperligações para informação adicional (fontes originais, textos longos, outras entradas, sites, ou blogs com informação adicional).

Devem procurar uma redação correta, sem erros, com princípio, meio e fim.

Agrupar a informação semelhante em pequenos segmentos, grupos, ou unidades, com uma ou duas ideias por cada.

As entradas, ou secções, devem possuir títulos significativos, uma breve descrição (se possível), data (de redação e de atualização), autor(es), e estar categorizadas com etiquetas e categorias significativas.

Se o texto for longo, podem escrever um resumo prévio, ou dividir em múltiplas entradas.

As entradas mais antigas devem ser atualizadas, editando-as, comentando-as, ou ligando-as às entradas mais recentes, ou a outras fontes de informação (internas, ou externas).

Estrutura

Exemplo de um Feedreader (NetNewsWire)

A estrutura refere-se ao tipo de informação, a sua marcação, as suas funções e o uso pretendido (interação) no Blog.

Devem usar estilos (HTML) “standard” para hierarquizar a o texto (H1, H2, Parágrafo, etc.). Bem como estruturas formais de texto tradicional (itálicos para destacar, listas de balas, numeradas, etc.).

A formatação visual (tamanho, cor, etc) deve ficar a cargo do tema/CSS do Blog, ou do Feedreader do utilizador final.

Deve-se fornecer uma opção de pesquisa dentro do próprio Blog.

As hiperligações para os conteúdos devem ser simples, evitando alterações, ou ligações quebradas. Tentar fornecer as hiperligações por extenso, sempre que possível.

Verificar como os conteúdos estão a ser indexados nos motores de busca e corrigir a meta-informação de acordo.

Ritmo e edição

Exemplo de painel de objetivos editoriais (WordPress.com)

Um autor de um blog é um como um editor tradicional. Deve possuir uma agenda de edição e uma estratégia de publicação.

Deve-se optar por um mínimo de um entrada semanal, e um máximo de uma entrada diária. Publicar de forma regular, agendando as entradas, ou criando uma agenda de entradas temáticas, se possível.

Evitar o “overshare”.

Agilizar o ritmo e interligação das entradas do Blog com outros meios de publicação e partilha social como o Twitter, ou o Facebook, como formas complementares de publicação e atualização de conteúdos mais curtos e imediatos. Ou de conteúdos de outra natureza, como os canais de Vídeo, ou Podcasts.

Design e ilustração

Seleção de temas visuais (WordPress.com)

O Blog deve ter um tema visual apelativo, relacionado com o conteúdo do Blog, sem perder de vista a funcionalidade (design funcional, ou minimalista).

Sempre que possível, devem ilustrar as entradas com imagens, vídeos, ou outro elemento multimédia, mantendo a dimensão (Kb) da página baixa.

Créditos e hiperligações

Exemplo de licenciamento disponível (Creative Commons)

Todos os materiais utilizados (textos, imagens, vídeos, etc) devem ser identificados com legendas, referências no texto e creditados corretamente.

O Blog deve conter a informação de “copyright” sobre o conteúdo próprio.

A privacidade dos autores deve ser protegida, mas ao mesmo tempo fornecer o máximo de informação sobre o Blog, sobre os autores, ou sobre o conteúdo, de forma a obter credibilidade (tipicamente, na página “About”).

Deve-se fornecer uma forma de contacto (direto) com o(s) autor(es).

Deve-se fornecer formas de ligação social (“feeds”, subscrições por email, etc.) de forma a que seja fácil os leitores tornarem-se “seguidores”.

Aproveitar a natureza de rede da Web para embutir conteúdo no Blog, ou estabelecer hiperligações nos conteúdos utilizados, abreviando as entradas e fornecendo informação em profundidade.

Estabelecer um Blogroll que vos ajuda a identificar e a serem identificados pelos vossos pares.

Feedback e estatísticas

Exemplo de estatísticas fornecidas pelo WordPress.com

Os Blogs possuem vários mecanismos de validação social visível e invisível para os leitores. Enquanto autores, estes mecanismos são fundamentais para entender e fomentar a leitura do Blog.

Mecanismos de validação e partilha social

Encorajar a dinamização e participação no Blog (de amigos, colegas, docentes, orientadores, etc.), através da disponibilização e manutenção dos comentários, formas de avaliação (votação, “ratings”, “likes”, etc.) e de mecanismos de partilha social online.

Dispor de uma medição estatística que permita recolher dados sobre os utilizadores, sobre o conteúdo consultado e sobre a navegação. Melhorar o Blog com esta informação.

Referências

Referências adicionais "obrigatórias"

BARBOSA, E.; GRANADO, A. – Weblogs: Diário de bordo. Porto: Porto Editora, 2004.  ISBN 972-0-45252-8.

BLOOD, R. – The Weblog Handbook: Pratical advice on creating and maintaining your blog. Cambridge: Perseus Books, 2002.  ISBN 0-7382-0756-X.

BORDEAU, J. – Blogging For Web Designers: Editorial Calendars and Style Guides [em linha]. Smashing Magazine. [Consult. 2012-02-08]. Disponível na Internet: <URL: http://www.smashingmagazine.com/2010/08/30/the-importance-of-consistency-using-editorial-calendars-and-style-guides>.

CRUMLISH, C.; MALONE, E. – Designing Social Interfaces: Principles, Patterns, and Practices for Improving the User Experience. Sebastopol: O’Reilly Media, 2009.  ISBN 978-0596154929. Disponível na Internet: <URL: http://www.designingsocialinterfaces.com>.

FRANCO, G. – Como escrever para a Web [em linha]. S. l.: Knights Center fo Journalism, s. d. [Consult. 2012-02-08]. Disponível na Internet: <URL: http://knightcenter.utexas.edu/ebook/how-write-web>.

TIDWELL, J. – Designing Interfaces: Patterns for Effective Interaction Design. Sebastopol: O’Reilly, 2010.  ISBN 978-1-449-37970-4. Disponível na Internet: <URL: http://designinginterfaces.com>.

Dave Crossland @ Aveiro

Cartaz de divulgação @ DeCA

O Dave Crossland está em Portugal para ministrar um par de conferências e workshops nas Caldas da Rainha (ESAD.CR) e em Aveiro (DeCA). Vai passar no Departamento de Comunicação e Arte (DeCA) na próxima segunda-feira dia 9 de Janeiro para apresentar a conferência “Libre Fonts” às 11:30, e ministrar um workshop de desenho tipográfico “Type Sketching” às 14:30. Ambos irão decorrer na sala do Mestrado de Design (Catacumbas).

A assistência à conferência é livre a todos os interessados.

Workshop de Junho de 2010 @ Hacklaviva

A participação no workshop é livre e gratuita. Mas, como está limitada ao espaço disponível, os interessados devem inscrever-se, enviando-me um email, mencionando o nome, número mecanográfico e curso (alunos da UA). Ou com o nome, ocupação e filiação (se vierem de fora).

O workshop terá uma duração mínima de 2 horas e os participantes devem trazer consigo o seguinte material:
– papel de fotocópia (bastantes folhas);
– um par de lápis de grafite (B+) para esquissar;
– marcadores (pretos) finos para desenhar;
– marcadores de ponta larga (tipo edding) para preencher;

Não é obrigatório, mas pode ser útil trazer também:
– borracha;
– tesoura, ou x-ato;
– fita-cola de papel;
– duas esferográficas de cores diferentes (p. ex.: canetas bic verde e vermelha);
– aparos, pincéis espatulados, ou canetas caligráficas.

Mais informações sobre o Dave Crossland e sobre o workshop:
http://understandingfonts.com/
https://plus.google.com/107256173895795146408/about

Timeline de software e formatos de fontes

Timeline de formatos e de softwares de produção de fontes (versão 8)

[post atualizado em 2011-12-18]

Depois do feedback obtido de vários colegas e amigos, apresento aqui uma nova versão (8ª) da linha temporal que compila os principais softwares de edição e formatos de fontes desde 1967 a 2011.

Post original no Typeforge: http://www.typeforge.net/blog/2011/11/24/font-formats-timeline/ ‎

Muito deste trabalho de compilação, resulta de um dos capítulos da minha teste de doutoramento em curso, por isso, se utilizarem nos vossos trabalhos, digam-me qualquer coisa. Por outro lado, se encontrarem outros formatos, ou softwares, deixem-me um comentário ou mandem-me um email. Quem sabe não podemos começar uma página da Wikipedia, ou uma linha temporal interativa no Dipity?

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