Viagem de estudo a Granada

Muito positivo foram as exposições, que revelaram ser muito produtivas e recomenda-se vivamente a consulta destes dois artistas – Bill Viola e Daido Moryiama. Principalmente Viola, que apesar de ser um artista consagrado desde os finais dos anos 70, mostrou grande capacidade de reinvenção nos seus trabalhos mais recentes.

Negativo foi a viagem em si, dada a duração em relação ao conforto da camioneta. Existirão alternativas? No entanto, o Lino Teixeira encontra-se de parabéns por todo o trabalho de apoio à organização da viagem. A organização estava impecável.

Granada revelou ser uma cidade que fervilhava em actividade cultural (em parte devido às festas da cidade), pelo que tornou a experiência duplamente agradável.

Uma viagem a repetir se possível e alargar o convite ao resto da comunidade FBAUP, com maior incidência a alunos de Multimédia e Fotografia.


DIA 1, 2007-06-07
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Partida da FBAUP, 2007-06-06 às 22:00.

13 Horas de viagem de camioneta em direcção a Granada onde o Sr. Lopes (condutor) teve oportunidade de mostrar a sua raça!

Chegada ao Hotel Carmen em Granada.

Fomos ao encontro das Festas da Cidade – Corpo de Cristo… uma mega procissão na Calle dels Reyes.

Saída e passeio pela rua das Navas. Almoço entre tapas e bocadillos.Descoberta da Cidade… Passeio até aos Bañuelos que estavam cerrados.

Subida até à porta da justiça de Alhambra deambulando pela cidade. O grupo do mestrado multimédia descobriu uma exposição de vídeo arte ao lado da Catedral. Descida e descanso. [Pedir registos]

Jantar nas Navas (outra vez) mas desta feita éramos 14! Saída nocturna à deriva?… Acabamos todos num bar (que bem podia ser a famosa partyzone) dado que lá fomos dar todos!

2007-06-07 Granada

DIA 2, 2007-06-08

Manhã a deambular pela cidade.Saída às 14:00 para o palácio de Alhambra (Museu das Belas Artes). Visita à exposição de Bill Viola. A retrospectiva era mais pequena do que esperado, no entanto estava muito bem montada.

“Las Horas Invisibles”, Bill Viola:

http://www.caac.es/programa/billviola07/frame.htm

Logo à entrada (apesar dos textos em vinil cortado serem uma desgraça) a informação estava em bi-lingue, o que é muito bom, dado que estávamos em Espanha.

A primeira peça – Ablutions 2005

El lavado de manos es una función importante de toda ceremonia y su fin es la purificación. La acción ralentizada de una mujer y un hombre lavándose las manos bajo un resplandeciente chorro de agua se convierte en una preparación para la meditación.” – estava montada em dois ecrãs paralelos numa sala vazia. Impressionou logo pelo envolvimento da entrada. um homem e uma mulher a aproximarem-se do fio de água (e do observador) e iniciam a lavagem das mãos. tudo isto em simultâneo.

Ablutions de 2005, um dos trabalhos mais recentes de Viola em exposição, é um díptico (forma frequentemente utilizada na primeira época da história da pintura), com imagens projectadas em ecrãns digitais colocados na vertical. O cristal líquido dos ecrãns LCD, apresentam imagens de uma qualidade que seduziram Viola. O jorro de água, é nítido, real e uniforme.

http://saisdeprata-e-pixels.blogspot.com/2007/03/bill-viola-no-alhambra.html

Ablutions [imagem acima] está preocupado com a purificação, mas também se lê como um enunciado aberto sobre a misteriosa luminosidade que corre através de nós. “As coisas na vida que são inomináveis ou inexplicáveis são o tipo de coisa que me atrai”, diz Viola. “Minha arte resulta de questões, não de respostas. Portanto, realmente não me incomoda que nós tenhamos um conceito” –como o de espiritual– “que na era pós-moderna realmente cai por entre as fendas. Isto não pode ser explicado sob a dura luz do materialismo científico. Eu acredito que isto seja algo positivo e dadivoso”.

http://www.canalcontemporaneo.art.br/arteemcirculacao/archives/2006_02.html

Segue-se a segunda peça – The darker side of dawn 2005.

Estudio de un viejo olmo californiano en una ladera de las montañas al norte de Los Ángeles grabado por una cámara fija durante varios días. Se editaron las grabaciones para crear un documento condensado de filmación acelerada del pasaje ininterrumpido del tiempo con el fin de que no hubiera ningún movimiento visible de luz o de sombra. ” Um trabalho de natureza contemplativa.

Questiono-me ainda sobre a pertinência deste género de trabalho nos dias de hoje. Pessoalmente considero-o pouco estimulante, ou melhor, desafia muito pouco o espectador, optando por coloca-lo num estado de contemplação e introspecção… não sei muito bem como encarar este trabalho. às tantas estava à espera de uma mensagem mais directa. Já que para Viola a essência do vídeo é o tempo, então este trabalho (para mim, claro) pouco mais é do que uma manifestação da técnica…

Emergence 2002

Dos mujeres sentadas a ambos lados de un pozo de mármol en un pequeño jardín. Esperan pacientemente en silencio y sólo de vez en cuando reconocen su presencia mutua. El tiempo queda suspendido e indeterminado. De pronto su vigilia queda interrumpida por una premonición.

Este sim era o tipo de trabalho que estava á espera de encontrar em Viola.

Mais uma clara referência à pintura e composição clássica numa manifestação de mestria técnica. a apontar algum defeito na obra seria talvez a demasiada importância ao cenário e às acções inicias das mulheres (que esperava encontrar em completo pano secundário).

Parece haver um tema religioso/celebração em torno de toda a exposição.

Ascension 2000

Vídeo instalación con sonido.

La quietud de un paisaje submarino queda interrumpida cuando de repente un hombre totalmente vestido se zambulle en el agua.

Mais uma vez, considero este trabalho mais introspectivo/contemplativo do que o anterior (e que o último). Tecnicamente, encontra-se num nível muito acima da média, mas a mensagem que Viloa quer passar ainda a acho um pouco críptica.

[Google Vídeos]

Curioso é notar que a água se encontra muito presente nestas abordagens de Viola, remetendo mais uma vez par um plano quase que místico.

[Google Vídeos]

Era interessante ter uma comparação inloco com os outros trabalhos de Viola:

  • Isolde’s Ascension, 2005;
  • The Fall into Paradise, 2005;
  • Becoming Light, 2005.

http://www.jamescohan.com/artists/bill-viola/?view=images

Por fim, Observance, 2002

Un flujo constante de gente se acerca lentamente hacia nosotros. Uno a uno se detienen al llegar a la cabeza de la fila, embargados por la emoción. Sus miradas se fijan en un objeto desconocido que queda justo por debajo del encuadre y que, por tanto, no podemos ver.

Pessoalmente, considero este o melhor trabalho da exposição (embora não seja o mais recente). Apesar de colocar o espectador num estado contemplativo, desafia-o, coloca-o na posição de objecto observado, quase numa posição incómoda. Força o observador a especular sobre que se trata a obra, a procurar explicação uma após outra à medida que cada actor/interveniente toma o primeiro plano da obra.Tanto esta como a primeira são, na minha opinião, as obras mais relevantes de Viola nesta mostra, e, nas palavras do autor:

Este é um daqueles exemplos em que a arte contemporânea nos revela que não é “qualquer coisa” desprovida de interesse, referências ou qualidade, como tantas vezes se costuma dizer. As cinco vídeo-instalações apresentadas “guardam uma grande relação com a Alhambra”, refere o autor, “nelas há rito e espiritualidade, como corresponde a um lugar desta dimensão. As imagens entram em nós e mudam-nos, fazendo-nos sentir algo por elas, tal como acontece com a Alhambra”.

http://expressarte.weblog.com.pt/arquivo/385277.html

Mais uma vez, era interessante ter tido acesso a uma comparação com os trabalhos da mesma natureza:

  • The Quintet of the Silent, 2001;
  • Union, 2000 (também passível de ser relacionado com o primeiro trabalho, Ablutions).

Folha de sala (EN):
http://www.caac.es/descargas/hoj_billviola00_ingles.pdf

2007-06-07 Granada Bill Viola

[Panorâmica Cidade – a construir]

Tivemos ainda tempo para visitar o Palácio de Alhambra que é absolutamente surpreendente! Arquitectura islâmica no seu melhor.

2007-06-08 Granada Alhambra

http://pt.wikipedia.org/wiki/Alhambra

Descida outra vez até à cidade. O calor apertava e o que apetecia mesmo era um “banho refrescante”, nem que fosse com a roupa vestida…

Após um breve descanso e um dentada numa pizza “no terraço” dos rés-do-chão do hotel, atacamos as ruas para umas copas. Acabámos por ficar a jogar um Lobisomem ao sabor de copos e tapas…


DIA 2 2007-06-09.

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Saída bem cedo para Sevilha. Chegada à exposição de Daido Moryiama no Centro Andaluz de Arte Contemporânea:

http://www.caac.es/programa/moriyama07/frame.htmhttp://en.wikipedia.org/wiki/Daido_Moriyama

El Centro Andaluz de Arte Contemporáneo presenta por primera vez en España una exposición retrospectiva sobre el fotógrafo japonés Daido Moriyama (Osaka, 1938). La muestra incluye una selección de aproximadamente 200 fotografías provenientes de las series más famosas del artista entre las que destaca Nippon Gekijo Shashincho (Japan Theater Photo Album, 1968), Shashinyo Sayounara (Farewell Photography, 1972), Light And Shadow (1982) y Shinjuku (2002). La exposición realizada en estrecha colaboración con el fotógrafo recoge además una amplia selección de sus colaboraciones en publicaciones legendarias como Provoke. La exposición se organiza en núcleos temáticos y fragmentos de sus series desde 1965 hasta la actualidad, dando cuenta de su interés por indagar en las claves que definen el espacio público metropolitano y la desaparición de la idea de naturaleza en un país de grandes fluctuaciones como el Japón de la Posguerra.

Um autor impressionante, dotado de um portfolio gigantesco (aprox. 5000 fotos). Também se regista o percurso variado (pelo tempo) de Moryiama. Para os amantes da fotografia, e os estudiosos culturais, é uma exposição imperdível. Moryiama apresenta um registo do Japão “pré e pós ocidental”.

El mismo autor afirma: “la fotografía es una acción de ‘fijar’ el tiempo y no de ‘expresar’ el mundo. La cámara es una herramienta inadecuada para extraer la visión del mundo o la de la belleza. Si un fotógrafo intenta incorporarse felizmente al mundo usando la perspectiva tradicional con la cámara, terminará cayendo en el agujero de la ‘idea’ que ha excavado por sí mismo. La fotografía es un medio que solo existe fijando momentáneamente el ‘descubrimiento’ y la ‘cognición’ que se encuentran en el imparable mundo exterior”.

http://www.juntadeandalucia.es/cultura/web/publico/general.jsp?pag=ficha_actividad.jsp&codf=6475

Uma opinião também expressa pela guia que nos fez a visita guiada. Não me agrada muito, ou pelo menos não a entendo na sua totalidade dado que (como encontrei paralelo na opinião de Joaõ S. e Daniel B.) Moryiama parece encantado pela beleza melancólica, pela degradação bela da cidade. Numa atitude muito “Wabi-Sabi” Moryiama parece querer retratar os vários elementos urbanos muito para alem da beleza da composição ou do simples registo temporal.

A exposição de mais de 500 fotografias (e pelo menos um vídeo) estava bem montada (com excepção dos vidros dos caixilhos que produziam demasiado reflexo).

2007-06-09 Sevilla CAA – Moryiama e Bios4

Todos os formatos, dos mais pequenos com apenas alguns centímetros às grande ampliações, as imagens de alto contraste de Moryiama impressionaram e deixaram-nos sequiosos pelo catálogo a editar. Quem sabe um dia esta exposição vem a Portugal?

Folha de Sala (EN):
http://www.caac.es/descargas/hoj_daido_eng00.pdf

Também estava patente no CAAC mais duas exposições. Bios 4 e Fluxus.

Dei particular atenção à Bios 4, mas não me retive a absorver as peças com profundidade ou atenção suficiente (dado que a fome apertava e a concentração já era…). No entanto, o impacto foi forte o suficiente para recomendar a visita e leitura sobre algumas peças que deixo aqui.


BIOS 4. ARTE BIOTECNOLÓGICO Y AMBIENTAL
http://www.caac.es/programa/bios04/frame.htm

Al contrario que el exhibicionismo digital que caracteriza cierta aproximación del arte a las nuevas tecnologías, el arte nacido de la complejidad post-contemporánea, insiste Cerveira Pinto, no se fija en la forma producida por la tecnología (lo que supondría cosificar el contenido dinámico de la realidad, sus interacciones y su lenguaje, bajo el status de un nuevo formalismo, de una mera moda), y sí se fija en los mundos posibles de una humanidad rodeada de tecnología, aunque a la vez amenazada por el agotamiento energético y los graves desequilibrios medioambientales. Las obras y documentos que se reúnen en esta exposición subrayan el valor cognitivo, interactivo, colectivo y de cooperación de una parte del arte actual. Dan cuenta de un modo de hacer artístico que se confunde con la curiosidad científica y la formación poética de un nuevo saber.

Folha de Sala (EN):
http://www.caac.es/descargas/hoj_bios04_ingles.pdf

Sem descurar os restantes artistas (ver anexo), os meus destaques pessoais vão para os trabalhos de:

Bill Vorn
http://www.billvorn.com
Hysterical Machines , Bios 4, Sevilla (Spain)

France Cadet
http://www.cyber-doll.com
Do robotic cats dream of electric fish?http://cyberdoll.free.fr/cyberdoll/index_a.html

[Fotos + Videos]


FLUXUS. UNA LARGA HISTORIA CON MUCHOS NUDOS.

ALEMANIA 1962-1994

http://www.caac.es/programa/fluxus07/frame.htm

La presente exposición se acerca a las actividades de este movimiento en la antigua República Federal Alemana, un país que desde finales de los años cincuenta ha tenido un papel central en el desarrollo del arte contemporáneo.

Además de ofrecer documentación sobre las distintas presentaciones que organizó George Maciunas en ciudades como Darmstadt, Düsseldorf, Colonia, Wuppertal, Berlín o la ya citada Wiesbaden, la muestra analiza la relación de Fluxus con la escena artística germana en la que ya en los años sesenta proliferaron los proyectos que apostaban por la creación de formas artísticas que no se centraran en la producción de objetos y artefactos sino en la puesta en marcha de procesos y acciones que propiciaran una participación activa del público. Un contexto idóneo, por tanto, para que Fluxus pudiese desarrollar su concepción del arte como antiarte que conecta tanto con el impulso trasgresor e iconoclasta del dadaísmo como con la utopía contracultural de reconciliar la creación artística con la vida cotidiana que se extendió en Europa y Estados Unidos durante la década de los sesenta.

Folha de Sala (EN):
http://www.caac.es/descargas/hoj_fluxus07_ingles.pdf

Regresso á camioneta e discussão com um irado Sr. Lopes… os horários são horários! “Vejam lá se querem que vos espete aí numa curva qualquer…”

Bom, acidentes não aconteceram, mas depois do ar condicionado deixar de funcionar devido a um alternador que decidiu não reparar em Espanha, a porta deixou de fechar è entrada em Portugal (Elvas). Fomos bem fresquinhos até Estremoz onde jantámos bem (bendita seja a cozinha portugueza) e regressámos numa camioneta muito mais confortável.


Links Gerais
http://en.wikipedia.org/wiki/Bill_Viola
http://saisdeprata-e-pixels.blogspot.com/2007/03/bill-viola-no-alhambra.html
http://expressarte.weblog.com.pt/arquivo/385277.html
http://www.canalcontemporaneo.art.br/arteemcirculacao/archives/2006_02.html
http://www.caac.es/descargas/hoj_billviola00_ingles.pdf
http://www.artinfo.com/articles/story/1484
http://www.caac.es/descargas/hoj_daido_eng00.pdf
http://en.wikipedia.org/wiki/Wabi-sabi
http://www.juntadeandalucia.es/cultura/web/publico/general.jsp?pag=ficha_actividad.jsp&codf=6475
http://pt.wikipedia.org/wiki/Alhambra


LINKS DA BIOS4
Agnes Denes
http://www.evo1.org/agnesdenes.htmlAndrew Kötting, Giles Lane, Mark Lythgoe
http://proboscis.org.uk/mappingperception/index.htmlAndy Gracie
http://www.hostprods.net/Andy Lomas
http://www.andylomas.com

Aniko Meszaros
http://www.anikoland.com

Antony Hall
http://www.antonyhall.net

Genetic Architectures
http://www.unica.edu/estudi.uic?cdi_opc=1499

Aviva Rahmani
http://www.ghostnets.com/

Beatriz da Costa
http://www.beatrizdacosta.net/

Bestiario (Santiago Ortiz, Jose Aguirre, Carolina Valejo, Andrés Ortiz)
http://www.bestiario.org/bestiario.php

Betty Beaumont
http://greenmuseum.org/artist_index.php?artist_id=37

Bill Vorn
http://www.billvorn.com

Bioteknica (Shawn Bailey, Jennifer Willet)
http://www.bioteknica.org/

Brandon Ballengé
http://www.disk-o.com/malamp/index.html

Catherine Wagner
http://www.wirtzgallery.com/bios/bio_wagner.html

Cynthia Verspaget & Adam Fiannaca
http://incubra.blogsource.com/

Dmitry Bulatov
http://ncca-kaliningrad.ru/biomediale/index.php3?lang=eng

Driessens & Verstappen
http://www.xs4all.nl/~notnot/

Eduardo Kac
http://www.ekac.org

France Cadet
http://www.cyber-doll.com

Biopresence (Georg Tremmel, Shiho Fukuhara)
http://www.biopresence.com/description.html

George Gessert
http://www.viewingspace.com/genetics_culture/pages_genetics_culture/gc_w02/gc_w02_gessert.htm

Joe Davis
http://www.aec.at/festival2000/texte/artistic_molecules_2_e.htm
http://www.viewingspace.com/genetics_culture/pages_genetics_culture/gc_w03/davis
_joe.htm http://www.db.dk/jni/lifeboat/Concepts/Information%20arts.htm
http://www.prx.org/pieces/9064/stationinfo

Justine Cooper
http://justinecooper.com/
http://havidol.com/

Kathy High
http://www.e-felix.org/

Ken Rinaldo
http://kenrinaldo.com/

Laura Cinti, Howard Boland (c-lab)
http://c-lab.co.uk

Mark Cypher
http://www.mcc.murdoch.edu.au/multimedia/mark/biophil/biophil.html

Marta de Menezes
http://www.martademenezes.com/

Mateusz Herczka
http://www.mateuszherczka.net

Natalie Jeremijenko
http://xdesign.ucsd.edu/feralrobots/

Nell Tenhaaf
http://www.yorku.ca/tenhaaf

Norman T White
http://www.normill.ca/

Paul Vanouse
http://www.contrib.andrew.cmu.edu/~pv28/

Paula Gaetano
http://www.telefonica.es/vida/

Peter Gena
http://www.petergena.com/

Philip Ross
http://www.philross.org/

Polona Tratnik
http://www.ars-tratnik.si

Sonya Rapoport
http://www.sonyarapoport.net

Theo Jansen
http://www.strandbeest.com/theojansen.html
http://www.ursuladamm.de/

Victoria Vesna and James Gimzewski, in collaboration with Gil Kuno, Sarah Cross, Tyler Adams, Paul Wilkinson
http://vv.arts.ucla.edu/

Author: Pedro Amado

Professor Auxiliar na Universidade de Aveiro a leccionar Design de Interação

2 thoughts on “Viagem de estudo a Granada”

  1. Nossa, já fizestes todo o trabalho de casa!

    A viagem foi fantástica, posso dizer que uma das melhores da minha vida, que cidade encantadora e linda!

    Imagina, nem podia fotografar a exposição do Bill…
    Teu blog tá massa, tem bem muito da exposição!!!
    Se tiveres mais fotos da fluxus, seria massa postar , nem tenho fotos de lá!

    inté! =.)

    Pollyanna

  2. Pollyana:

    Não, não tenho fotos da exposição da fluxus… não deu tempo para estar parado a fotografar – o estomago já roncava muito alto! ;)

    Mas espero que alguém tenha tirado e que mandem as fotos ou os links…
    Alguém?

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