Free your mind

Hoje, ao puxar o mail, encontrei no meio das toneladas de lixo a newsletter da U Tech Tips. Aqui fica uma dica para as pessoas que se questionam porque insisto nas tecnologias Open Source, em aprender mais coisas para além das tarefas de Design de comunicação: http://www.utechtips.com/?p=733

A dado ponto pode-se ler no artigo:

Microsoft is irrelevant – or should be – except for the fact people don’t know it yet. I’m trying to spread the word.

É claro que o autor se refere à evolução dos sistemas da Microsoft, e, apesar de o autor me parecer simpatizar com o OSX, aplico isto também aos sistemas da Apple. A empresa da maçã também controla (ou tenta) toda a experiência Mac (embora simpatize cada vez mais com este sistema).

Por isso não me canso de promover alternativas abertas (Open Source) que nos põem mais em contacto com os processos subjacentes. Exemplo disso é o site que mantenho – Typeforge (recorrendo ao Fontforge). mas também todo um conjunto de experiências que mantenho e promovo – Processing, Ubuntu Linux, Fedora Core Linux, Scribus, The Gimp e Inkscape para mencionar alguns.

Afinal de contas, quantos de nós é que já não passam sem o Firefox?

Author: Pedro Amado

Professor Auxiliar na Universidade de Aveiro a leccionar Design de Interação

2 thoughts on “Free your mind”

  1. Não é a Apple ou a Windows que me assusta, especialmente os seus sistemas operativos, os quais não me importo de pagar por eles, desde que me garantam que a experiência seja realmente boa!

    O que me preocupa é o domínio dos distribuidores de software de produção. Enquanto que a Windows ainda seja dominante com o seu Office, alternativas como OpenOffice são cada vez mais viáveis. No entanto pouco ainda luta com o domínio da Adobe no que diz respeito à produção gráfica. Gimp é uma boa ideia, mas ainda está longe de ser a experiência ideal, tal como o Inkspace ou o Scribus: boas ideias, mas irrelevantes em relação a Photoshop, Illustrator e InDesign. Para não falar no Flash, que com Air e Flex se prepara para dominar tudo na interactividade.

    Penso que a solução mais facilmente se encontra, não no freeware, cujo desenvolvimento depende da “boa vontade” da comunidade, mas sim no shareware com mercado mais específico, e muito mais barato, veja-se o exemplo do Pixelmator, que permite realizar muitas das funções do Photoshop para imagem, Lineform para vectores e Coda para webdesign. Não são tão poderosos como os programas compatíveis da Adobe, mas o que fazem, fazem-no muito bem.

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