Provas Públicas de Projectos Editoriais

Mapa das Provas Públicas dos Mestrandos da 1.ª Edição do MDGPE

A semana passada recebi do Prof. Eduardo Aires um email com o mapa das provas públicas da primeira edição do Mestrado de Design Gráfico e Projectos Editoriais da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Por afinidade com os professores, colegas e amigos envolvidos neste projecto, confesso que estou muito curioso para assisstir aos primeiros¹ resultados.

Vou lá dar um salto ainda Hoje à tarde dei lá um salto para assistir às provas da Joana Sobral. Orientada pelo Prof. Aires e pelo Prof. Mário Moura a prova tem teve como arguente o João Fernandes. Nada mais, nada menos do que o director do Museu de Serralves—é neste tipo de detalhes que acho que a direcção do mestrado se está a portar muito bem—as relações com a sociedade e especialistas da área estão a ser bem exploradas. Ainda não sei se João Fernandes tem experiência neste tipo de provas, nem sequer sei se é doutorado (um requisito normal para a arguição de provas, mas que pode ser contornado), por isso estou expectante para ver a mas isto não o impediu de fazer um brilharete na arguição.

Depois da exposição mais ou menos cuidada de Joana², João Fernandes levantou montes de questões sobre a própria história e conceito do que é um livro de artista. A intervenção foi pouco ou nada interactiva com a candidata, que de uma forma ou de outra acabou por responder. Mas, definitivamente, quem me impressionou pela capacidade de articulação com várias actividades de criação e conhecimento técnico, bibliográfico e histórico sobre os livros de artista foi o Director do Museu de Serralves. Por um lado pode ser mais “pés assentes na terra”, mas por outro… Valeu a pena. Acho que este Domingo vou voltar a Serralves só para ver se eles ainda têm lá parte da colecção de livros na Biblioteca!… Valeu a pena.

De qualquer forma, se tudo correr como previsto, ainda lá passo novamente na próxima quarta-feira para ver as provas da Ana Luísa Candeias. Mais uma vez orientada pelo Prof. Eduardo Aires, mas desta vez co-orientada pelo Prof. António Modesto. Como já aqui disse, qualquer oportunidade de ouvir o Prof. Modesto falar é um privilégio. A arguição fica à responsabilidade do meu colega do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro, o Prof. Francisco Providência. Já tenho tido oportunidades de o ouvir falar, e mesmo conversar com ele. Por isso, estou à espera de uma arguição bem carregada, e espero que a Ana Luísa “dê luta”, porque este é o tipo de prova que se pode tornar muito interessante para a assistência—recomendo!

1. Como alguns sabem, co-orientei o trabalho prático (desenvolvimento de uma fonte Open Type) e a dissertação do Diego Henrique, que, para além de o ter apresentado na última ATypI em Dublin, já completou as provas no passado dia 20 de Outubro de 2010.

2. Conheço ainda muito pouco sobre estes objectos de criação artística, sendo a Johanna Drucker minha única referência na área. Como não li a dissertação, nem vi o objecto final, fiquei só com as impressões recolhidas durante a apresentação… Achei que a apresentação da contextualização durante a prova foi superficial, concentrando-se demasiado a partir da década de 1960—aspectos realçados por João Fernandes. Também se alongou na explicação da criação de um objecto pessoal, sem perceber muito bem porque o fez… Mas é provável que eu não tenha prestado atenção suficiente, o meu índice de atenção anda por baixo… As imagens, apesar de pequenas, pareciam muito interessantes. Quando estiver de novo online, tento pesquisar a dissertação na Biblioteca da FBAUP. No fim do dia, pareceu-me interessante—vou querer ler mais um pouco!

Author: Pedro Amado

Professor Auxiliar na Universidade de Aveiro a leccionar Design de Interação

4 thoughts on “Provas Públicas de Projectos Editoriais”

  1. Olá Ni!

    Gostava de ter assistido à defesa do teu orientando… mas nunca mais disseste nada… tarde demais ;)

    Como correu?!

    Ab,
    vquelhas

    1. Eh pá… foi uma marcação quase de véspera… o Diego não quis dizer a ninguém… Correu bem, ele estava ainda mais nervoso do que na ATypI, mas correu muito bem. Houve algumas coisas que ainda amadureceu. Mas quem fez um brilharete foi o Dino—sim, foi ele o arguente da prova! ;)

  2. Ups… desculpa,… fugiu-me o “s”…, mas agora falando de coisas sérias, a tua dissertação já está disponível online? (mandei um mail à biblioteca das Belas Artes, mas continuo sem conseguir aceder ao documento…)

    Manda-me o link para poder colocar aqui! ;)

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