Como desenvolver um enquadramento teórico

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The “big context” © Nasa

Nas últimas semanas não tenho tido grande descanso. Entre aulas, trabalhos, apresentações e reuniões, as revisões de documentos acumularam-se.

Alguns, trataram-se (e ainda se tratam—sempre atrasado!) de projetos de dissertação de alunos que estou a acompanhar no Mestrado de Comunicação Multimédia—nesta fase, estão a redigir os índices e enquadramento teórico para apresentar em Janeiro.

Outros de dissertações que me convidaram para arguir. Tanto de projetos práticos, como de estágios e dissertações/investigação em ambiente empresarial aqui no DeCA, na FEUP e na FBAUP. Parece que estes projetos práticos são cada vez mais comuns. E que a investigação e escrita de dissertações é cada vez menos popular—mas ainda assim tive o prazer de arguir um conjunto de provas espetaculares, que também me ensinaram muito! ;)

Por isso, tenho dedicado muito tempo à análise (e reflexão) sobre no que consiste uma boa estrutura de um documento desta natureza. Sobretudo o enquadramento teórico. Tanto em âmbito de investigação “clássica” como no âmbito de o desenvolvimento de um projeto (em estágio, ou contexto empresarial).

Fica aqui um esboço de um modelo de referência para a estrutura de um enquadramento teórico que considero potencialmente completo.

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