Como planear e conduzir um projeto (de mestrado)

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Cronograma genérico das atividades a desenvolver durante  ano letivo dedicado à dissertação de mestrado

Com o ano letivo a terminar (parece que nunca mais se espremem os “finalmentes”), alguns alunos apresentam os projetos que terminaram (a tempo, ufa!). E outros começam a preparar os que vão desenvolver no próximo ano.

O que nem sempre fica claro nestass conversas iniciais que já estão a decorrer é a urgência, o tempo curtíssimo que têm para fazer tudo o que precisam.

Quer dizer, é excelente eles já nos procurarem para afinar os projetos neste final de ano. Mas, à distância, o prazo de término em maio (sim, porque a entrega é no início de junho e ainda é preciso rever e corrigir que demora sempre 15 a 25 dias!) parece sempre que dá tempo suficiente. Mas não!

Este post é o último (acho?) da série académica, onde explico, ou melhor [d]escrevo o que normalmente explico aos alunos durante as orientações para o segundo ano. Continue reading “Como planear e conduzir um projeto (de mestrado)”

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Estrutura de Apresentações

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Apresentação da conferência de Fábio Duarte Martins

Com o ano letivo a terminar, começam também as apresentações finais de mestrado. Tal como tenho vindo a fazer, este post é o penúltimo guia ou modelo de estrutura que costumo partilhar com os alunos que têm um trabalho de investigação para terminar e apresentar!

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Modelo de estrutura de artigos

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Blank Writing Frames © Twinkl

Bom, com as aulas e avaliações terminadas, entra a “silly-season” académica de manutenção de currículos, terminar orientações e preparar arguições, coordenação e preparação de projetos, financiamentos, bolsas, concursos,… E, não menos importante, tentar colocar a escrita em dia!

Neste post partilho o modelo estendido que tenho vindo a usar e a partilhar. Continue reading “Modelo de estrutura de artigos”

Links do dia: fonts, webfonts, variable fonts, color fonts!

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Julien Priez a editar um dos primeiros carateres de fontes variáveis no workshop do IPCA (janeiro 2018)

Todos os anos, quando o ano letivo se aproxima do fim, surge sempre a promessa: “vou voltar a publicar regularmente no blog!”. Mas nunca se concretiza… talvez seja desta? Desta feita, este ano não é exceção. Aqui ficam os links do dia desta semana: Fontes. Mais concretamente webfonts, variable fonts e color fonts hoje, no browser:

  • Color Fonts: https://color.typekit.com/. Este link é muito especial, pois parte dos demos deve-se em grande parte ao trabalho excelente do Sérgio Martins na Adobe. Vale a pena ver e explorar. Via link original do Tutsplus.
  • Variable Fonts (Axis Praxis): Há pouco tempo, a Joana Correia esteve na FBAUP para lecionar um workshop. Como sempre usamos o site demonstrador/referência do Axis Praxis. Para minha surpresa —bimbo!— descobri que o site dá para fazer o upload e teste de fontes próprias (daquelas que estávamos a desenvolver durante o workshop). O que é excelente, porque nem sempre é prático usar o InDesign ou o FontView para verificar os ficheiros.
  • Variable font specimen: Space Walk. Em janeiro, a convite da Prof.ª Catarina Silva e juntamente com o o type designer Julien Priez, organizámos e lecionámos um workshop introdutório ao desenho e implementação de tipos de letra em variable fonts. Um dos trabalhos de grupo (não desmerecendo os outros), para além de um tipo de letra robusto, resultou num espécimen interativo online espetacular!

 

Thoughts on Play after Roger Tavares

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Roger Tavares, Anfiteatro João Branco, DeCA

Depois de uma sessão muito interessante de apresentações dos alunos de ICPD, na UC de Media Participativos, descemos e fomos à conferência de Roger[io] Tavares (como anunciado).

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Bolsas de investigação em Design de Interação até 6 de Janeiro

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Fotografia por Pawel Kadysz

Estão abertas quatro bolsas no âmbito de um projeto de investigação que arrancou há pouco tempo, e em que estou envolvido com os meus colegas professores Jorge Ferraz, Pedro Almeida e Telmo Silva: o projeto UltraTV. Tem por objetivo estudar as interfaces existentes para a televisão interativa e desenvolver uma abordagem inovadora para implementar numa operadora portuguesa.

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Como desenvolver um enquadramento teórico

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The “big context” © Nasa

Nas últimas semanas não tenho tido grande descanso. Entre aulas, trabalhos, apresentações e reuniões, as revisões de documentos acumularam-se.

Alguns, trataram-se (e ainda se tratam—sempre atrasado!) de projetos de dissertação de alunos que estou a acompanhar no Mestrado de Comunicação Multimédia—nesta fase, estão a redigir os índices e enquadramento teórico para apresentar em Janeiro.

Outros de dissertações que me convidaram para arguir. Tanto de projetos práticos, como de estágios e dissertações/investigação em ambiente empresarial aqui no DeCA, na FEUP e na FBAUP. Parece que estes projetos práticos são cada vez mais comuns. E que a investigação e escrita de dissertações é cada vez menos popular—mas ainda assim tive o prazer de arguir um conjunto de provas espetaculares, que também me ensinaram muito! ;)

Por isso, tenho dedicado muito tempo à análise (e reflexão) sobre no que consiste uma boa estrutura de um documento desta natureza. Sobretudo o enquadramento teórico. Tanto em âmbito de investigação “clássica” como no âmbito de o desenvolvimento de um projeto (em estágio, ou contexto empresarial).

Fica aqui um esboço de um modelo de referência para a estrutura de um enquadramento teórico que considero potencialmente completo.

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